"O Esboço do Calabouço" - É a imagem de um texto que se pretende perfeito, onde o autor nunca há de terminá-lo, e em seu enclausuramento, nunca poderá dele escapar."
E-books
REGULAMENTO 1º CONCURSO LITERÁRIO "AUGUSTO DOS ANJOS" DE MONTE SANTO - 2017
Autoria: Agmar Raimundo
Ano: 2017
Tamanho: 85 KB
Formato: PDF
Sinopse:
ALTERAÇÃO GERAL AO PRIMEIRO REGULAMENTO DO 1º CONCURSO LITERÁRIO "AUGUSTO DOS ANJOS" DE MONTE SANTO - 2017, PASSANDO-O DE MUNICIPAL PARA REGIONAL.
 
FLORES DE RELVA
Autoria: WALT WHITMAN
Tamanho: 258 KB
Formato: DOC
Sinopse:
Flores de Relva, de Walt Whitman, é o livro precursor do verso livre e prosaico na Literatura moderna. Abordando temas polêmicos, como: os horrores na guerra civil americana, o homossexualismo entre soldados; seu lado panteísta era muito integrado à Natureza, condição inerente à maioria dos Românticos. O poeta destaca-se na Literatura americana por seu vanguardismo, bem como seu pioneirismo em escrever de forma simples, desrespeitando a métrica, rimas, melodias e musicalidades das formas fixas da poesia, chamando a atenção de uma geração que viria a surgir tendo-o como grande inspiração. Fernando Pessoa é um grande exemplo desses poetas que foram inspirados pelo americano, chegou a escrever um poema em sua homenagem "Saudação a Walt Whitman". Em "Flores de Relva" pode-se encontrar poemas de apenas 4 linhas, como enormes exordias de mais de 10 páginas. É nesse livro também que está o famoso poema, eternizado pelo filme "Sociedade dos Poetas Mortos", onde o professor John Keating, vivido pela saudoso Robin Williams, recita partes poema de "Ó Capitão! Meu Capitão! (Ó Captain! My Captain!)". Para quem é fã da época Romântica, bem como de sua abertura para o mundo moderno esse livro é uma preciosidade.
 
1ª RETIFICAÇÃO DO REGULAMENTO DO 1º CONCURSO LITERÁRIO "AUGUSTO DOS ANJOS" DE MONTE SANTO" - 2017
Autoria: Agmar Raimundo
Ano: 2017
Tamanho: 63 KB
Formato: PDF
Sinopse:
1ª RETIFICAÇÃO DO REGULAMENTO DO 1º CONCURSO LITERÁRIO "AUGUSTO DOS ANJOS" DE MONTE SANTO" - 2017
 
DECLARAÇÃO DE AUTORIA PRÓPRIA - ANEXO I
Autoria: Agmar Raimundo
Ano: 2017
Tamanho: 828 KB
Formato: PDF
Sinopse:
DECLARAÇÃO DE AUTORIA PRÓPRIA - ANEXO I
 
REGULAMENTO - CONCURSO LITERÁRIO AUGUSTO DOS ANJOS - 2017
Autoria: Agmar Raimundo
Ano: 2017
Tamanho: 87 KB
Formato: PDF
Sinopse:
REGULAMENTO - CONCURSO LITERÁRIO AUGUSTO DOS ANJOS - 2017
 
CONCURSO LITERÁRIO AUGUSTO DOS ANJOS - FICHA DE INSCRIÇÃO
Autoria: Agmar Raimundo
Ano: 2017
Tamanho: 806 KB
Formato: PDF
Sinopse:
FICHA DE INSCRIÇÃO - CONCURSO LITERÁRIO "AUGUSTO DOS ANJOS" - 2017
 
O REI LEAR
Autoria: WILLIAM SHAKESPEARE
Tamanho: 540 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Durante muitos séculos muito se discute sobre a grandiosa obra de William Shakespeare: "Hamlet, Romeo and Juliet, Othello, Macbet, Dreams of the summer night", mas, qualquer comparação com todas essas obras citadas, não são nada quando tentamos equipará-las à grandiosidade dessa obra-prima: "King Lear". Em seus últimos dias dias de vida, o rei, que não possui nenhum varão entre seus filhos, são três filhas mulheres. Está ele definhando em seu leito de morte, sem poder discernir quem o protegia e quem o usurpava, sendo que, apenas Cordélia, entre as três filhas não tinham se casado, exatamenente para ficar ao lado do pai. Mas nem isso ele conseguia compreender, ela não fazia aquilo por reconhecimento, sim pelo amor devotado a ele. Longas disputas se sucederam diante do decrépito monarca e suas delirantes ordens sem nenhum prestígio, também desrespeito. Essa obra representa o lado mais profundo da literatura de Shakespeare, que é quando ele passa das tragédias introspectivas para as outras, as que entronizam o interior de todos as pessoas que precisam olhar o mundo através das metáforas deles mesmos para tentarem se entender.
 
LIRA DOS VINTE ANOS
Autoria: ÁLVARES DE AZEVEDO
Tamanho: 228 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Essa obra, postumamente publicada, resume uma vida efêmera, volúvel, melancólica, triste, entediada, como diziam na época: no "spleen" da monotonia. Mas aquilo que para Álvares de Azevedo se traduzia como ideias depressivas de mal do século, seria realmente o Mal do Século, numa conotação semântica de plurissignificação específicos a grupos de escritores que, pela maneira da escrita, pelos detalhes, a linguagem, os elementos, as influências, as características muito parecidas, acabaram se transformando uma parte significativa dentro do período romântico, o chamado de Segunda Geração Romântica, Mal do Século ou Byroniana... Álvares de Azevedo com sua obra máxima "Lira dos vinte anos", traduz o espírito desses poetas românticos no seu grau máximo de exacerbação de desespero; no egocentrismo de uma poesia intimista, longe dos fatores e preocupações sociais; demasiadamente exagerados em suas tentativas de se louvar as mulheres, num endeusamento etéreo, transformando-as em seres metafísicos, colocando-as em pedestais que de tão altos eles mal conseguiam vê-las. O que é contraditório, por que existia o desejo febril em possuí-las, mas esses mesmos que as desejavam repeliam-as, transformando-as em santas inacessíveis e encantadas. "Lira dos vinte anos" não foi um livro feito para ser um livro, transformou-se numa, digamos assim: Obra Completa da poesia de Álvares de Azevedo. demonstrando-se durante todos esses anos o seu valor e seu conteúdo; sob a grande influência de Lord Byron
 
AS FLORES DO MAL
Autoria: CHARLES BAUDELAIRE
Tamanho: 487 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Você pode até se perguntar: Baudelaire só escreveu um livro? Se a resposta em si fosse minimalista no que tange a uma questão quantitativa, poderíamos abreviar com a simples resposta: Sim. E se em seguida, essa pergunta se estendesse para o lado qualitativo, diríamos que ele escreveu "As flores do mal". Isso mudaria tudo. O que era minimalista, torna-se automaticamente gigantesco, secular, épico, norteador, paradigmático para uma época em níveis de literatura moderna. É aquela obra em que nos deparamos depois de sua leitura e dizemos: "Estamos Salvos!" As flores do mal", conseguiu transladar para o século XIX todo o peso que estava sobrecarregando a literatura até então, transformando-se assim, em um marco dessa que hoje conhecemos como Literatura Moderna, que evoluiu até os dias atuais em sua contemporaneidade. Apesar de ter escrito outros livros, como "O poema do Haxixe" e "Paraísos Artificiais", todos como obras experimentais, este último, tendo um maior destaque, não conseguem aparecer em sua Obra como destaque, tamanho a importância de sua poesia fundamental.
 
O CORVO
Autoria: EDGAR ALLAN POE
Ano: 1995
Tamanho: 246 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Este poema é o pesadelo dos bons poetas e sonho bom dos maus. Edgar Allan Poe que em toda sua obra sempre destacou a temática voltada para o obscurantismo dos terrores advindos, criados e não criados pela mente humana. Neste espetacular poema ele utiliza um símbolo muito característico vinculado à morte que é o corvo, mas que se torna original, já que até aquele período ninguém teria ousado uma liberdade de linguagem tão ferina e tão solta, destituído de rótulos, de bandeiras, e representações. Poe se traduzia naquilo que escrevia, e se notabilizou por outras grandes obras como "Os crimes da rua Morgue". "O Corvo" já teve 4 adaptações para o cinema, mas foi a de 94 a mais espetacular, tendo na figura do imortal Brandon Lee, que veio a falecer após as gravações uma atuação excepcional.
 
O VELHO E O MAR
Autoria: Ernest Hemingway
Tamanho: 471 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Dentro de toda obra e toda escrita dura, citadina e pesarosa de Hemingway, podemos encontrar um daqueles livros tão gostosos de ler, que nem mesmo a internet, as intermitentes mensagens de celulares que pululam em nossos ouvidos e em nossa concentração para nos alertar que o Guilherme, aquele gatinho do 2º ano, fez uma tatoo "Eu amo minha família!" Mas que merda é essa? Voltemos ao livro, que mais parece um longo conto que se passa entre um bravo pescador e o sonho de trazer aquele gigante marítimo, uma luta tão intensa, como se o mesmo velho estivesse lutando com o próprio Poseidon. Depois de tantos dias e tantas noites, olha ele lá enroscado na linha do anzol, mas ali era apenas o começa da aventura. Nessa aventura se passa toda uma vida em alto mar, em alguns dias, em reflexões e na coragem do vulnerável e perigoso. O que era de mais importante ele conseguiu trazer que foi o peixe, mesmo que só o esqueleto.
 
O ESTRANGEIRO
Autoria: Albert Camus
Tamanho: 439 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Essa é uma obra inclassificável - não sei se dar um lugar aos grandes romances seria o mais justo; ou, por outro lado, a uma super novela; poderíamos vê-la como um conto onde só a genialidade da Filosofia de Camus poderia nos enganar por tanto tempo, até a última página de seu "O Estrangeiro", forasteiro de si mesmo. Escritor que foge das convenções elitizadas dos centros acadêmicos europeus e vai falar da gente comum de sua terra natal - a Argélia -. Conduz por toda a sua narrativa um olhar único sem deixar escapar o mínimo de distração no comando das personagens, estando numa sincronia esplendorosamente bem ensaiadas. O que sei é que, quando se termina a leitura dessa obra despretensiosa, surge e se revela de maneira meio que metafórica o chavão de toda a estruturação, principalmente da linguagem do texto, em suas nuances simbólicas voltadas para a gente comum.
 
EU E OUTRAS POESIAS
Autoria: AUGUSTO DOS ANJOS
Ano: 1995
Tamanho: 597 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Pode-se encontrar na figura de Augusto dos Anjos as mesmas características dos arquétipos de sua época: magérrimo, esquelético, tísico, boêmio e poeta, querendo eu filiá-lo aos inúmeros propensos frustrados esboços de escritores que morreram antes de alcançarem a fama em vida. Pois sua única obra, o livro de poesias "Eu", que, à época em que fora lançado parecia mais como uma obra de natureza autista, já que não conseguia interagir com nenhum tipo de leitor. O que se sabia, só o tempo tinha sua resposta é que viria a se tornar o livro de poesias mais original, e por que não dizer, mais importante da Literatura Brasileira. Jamais algum escritor ousou dedicar sonetos, sonatas e odes aos coveiros, aos cães, ao verme e as putas. Apesar do título egocêntrico e intimista de seu livro, não dá para se traduzir uma "alma mater" só em Augusto, mas dele para todas as almas do mundo... o seu sentimento, o seu desespero e o seu sofrimento, antes de tudo, é a porção da gênese que faz surgir a originalidade de sua linguagem, aliadas a isso, estarão seu enorme conhecimento metafísico do mundo, antimetafísico da ciência e do princípio monista de Haeckel. Admirador da poesia de Schiller, da filosofia de Schopenhauer e de Nietzsche, a esse dedica um soneto em seu livro, dá para se perceber que é forte a presença da literatura alemã em sua obra. O "Eu", livro que já foi tido como chacota por Olavo Bilac é hoje uma das obras mais reimpressas de nossa literatura, com mais de 50 edições.
 
TERRA DESOLADA
Autoria: T. S. Eliot
Ano: 1999
Tamanho: 2 MB
Formato: PDF
Sinopse:
Terra Desolada é o Poema mais conhecido de T. S. Eliot e, por muitos, o mais importante já produzido em todos os tempos, haja vista as várias vezes em que encabeça as listas de primeiro lugar pelas pesquisas feitas mundo afora. Um poema terminantemente moderno e com ares românticos; longo, com um linguagem entrecortada por um rebuscamento típico de seu conhecimento e sabedoria e um parcela de linguagem mais objetiva advinda de suas longas viagens pelos quatro cantos da Inglaterra e dos Estados Unidos, país este, que, apesar de ser seu por origem, não o escolheu para morar, preferindo o Velho Continente. Terra Desolada, juntamente com o "O Corvo" de Edgar Allan Poe, podem, sem ter muitas dúvidas, ser considerados os dois poemas mais importantes e conhecidos dos últimos tempos.